"Por mim, este ano voltava a estar no cordão", disseram-me agora. Eu também voltava e, ou muito me engano, ou voltávamos todos. As saudades de ser caloira são imensas e este ano quando estiver a assistir a Serenata como Doutora tenho a certeza que muitas lágrimas vão escorrer pela minha cara abaixo. E de uma coisa eu tenho a certeza: a maior parte delas vão ter como explicação as saudades do mesmo dia, do mesmo local, da mesma situação mas de "exactamente há um ano atrás". Não é só conversa quando dizemos que o ano de caloiro é único. É pena que nós, quando somos caloiros, muitas das vezes não saibamos aproveitar todos os momentos.
Mas, como já diz a velha máxima:
UMA VEZ CALOIRA, SEMPRE CALOIRA.
E que venha o dia 1 de Maio.