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sábado, 16 de outubro de 2010

ponto final

Agora sim, é caso para dizer:
NEM TUDO O QUE PARECE, É.

e assim ponho um ponto final nesta curta história.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

de que é que estás à espera?

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Anda, deixa lá a chuva, deixa lá o vento. Vem fazer parte da minha vida, deixa-me fazer parte da tua. Anda daí, não fujas. Anda, não me digas que não. Veeeem, para quê esperar mais? Não quero saber dos "mas". Despacha-te. Não tenho a vida toda para ficar à tua espera. Anda comigo, vamos ser felizes juntos.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

ver-te sem te poder tocar.

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Não! Não quero mais. Não te quero ver mais à minha frente. Não quero que invadas mais o meu pensamento, a minha vida. Não quero mais saber que viraste à direita ou que travaste a fundo na curva. Pouco me importa que estejas a voar alto demais para quem não tem asas. Esse teu misticismo heróico já não me fascina.
Já não quero mais. Dizem que a esperança é a última a morrer. Peço-te, mata a minha o mais rápido possível. Mata-a, sem dó nem piedade. "Mais vale morrer cedo, de pé, do que viver até tarde, de joelhos".

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

'And You,You're gonna love me'

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Entra. Senta-te aqui. Olha-me nos olhos. Beija-me. Abraça-me. Diz que me amas. Vem fazer parte da minha vida. Anda, só tens esta oportunidade. Vamos ser felizes juntos. Vamos ensinar e aprender um com o outro. Vamos fazer história. Anda. A porta continua aberta à tua espera e tão cedo não será fechada. Vá lá, não percas esta oportunidade. Vem, viver a vida, amor. Juntos.

Estou aqui à tua espera.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

quem espera, desespera.

Impressiona-me o quanto as pessoas mudam em tão pouco tempo. E tu mudaste tanto! Passaste de diferente a estranho em questão de meses. Passaste de carinhoso a frio.
O que é que mudou em ti? Quem é que te mudou? O que aconteceu?
Vejo-te em tanta coisa do meu dia-a-dia que é impossível esquecer-te. Marcaste-me. Marcaste a minha vida. E marcaste a minha maneira de ser.
Tudo é um pretexto para me lembrar de ti e de tudo o que passamos. Tudo é um pretexto para dizer que tenho saudades tuas. Tudo é um pretexto para sentir a tua falta.
Marcamos a vida um do outro, disso eu tenho a certeza.
Por isso mesmo, volta. Volta para a minha vida. Mesmo que tu estejas diferente. Mesmo que eu esteja diferente.
Volta, por favor.
Estarei sempre aqui, de braços abertos para te receber novamente na minha vida. Não fosses tu quem és.
http://browse.deviantart.com/?qh=&section=&q=wait#/d2blbff

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Um dia, escreveste-me assim:

"Minha Li,
Há tanta coisa que nos liga... temos uma história de sons, partilha e confidências. Temos algo que nos aproxima porque apenas nós sabemos o que é: levamos tudo muito a sério e ligamos aos mais pequenos pormenores. Não somos de meios termos. Vivemos tudo de uma maneira muito intensa (e muito parecida) e dedicamo-nos de corpo e alma a quem gostamos. Movemos montanhas, e choramos, e rimos, e deixamo-nos para segundo lugar, ou para terceiro, ou para último. Damos, damos, damos e esquecemo-nos que temos que receber.
Mas o que mais nos liga é a nossa música. porque aí somos poetas e amamos assim, perdidamente, quem se torna alma e sangue e vida em nós e gritámo-lo, cantando, a toda a gente. Somos uma mistura de cor e de som, e de sentimento puro, genuíno, quem vem ao de cima sem vergonha e que nos faz cantar à chuva.
A palavra que melhor nos define? Cumplicidade.
Recuperaste o teu sorriso. Finalmente os teus olhos têm o mesmo desenho dos teus lábios quando te ris.
Crescemos juntas. Sei de cor, cada lugar teu. E levo-o atado em mim, a cada lugar meu. Por isso, seremos cúmplices o resto da vida. E imortais. Porque nos olhamos tão fundo de frente. E foi esse olhar que me cativou. E que eu aprendi a decifrar. E que me diz tanto. É ele que me dá a certeza de que tudo o que eu te dou, tu me dás a mim.
Venham mais músicas que nós aprendemos. E cantamos todas, para que nos oiçam. Porque a música é o nosso refúgio, a ponte que nos liga, é o nosso dialecto, que vai para além da letra e da melodia, é lido nas entrelinhas, tornando-se um lugar à parte que só nós conhecemos e entendemos.

E porque há amores assim, que nunca têm início muito menos têm fim, sei que para sempre, p'ra sempre, vou gostar de ti.
Tu sabes que o prometido é devido ;)
AMO-TE MEU SORRISO <3"

Hoje voltei a ler isto. E chorei. Chorei muito. Porque tu, apesar de secalhar achares que não, fazes-me uma falta enorme. Tenho saudades tuas. Mais que isso, tenho saudades NOSSAS.
O que é que nos aconteceu, minha C'?

quinta-feira, 3 de junho de 2010

O que é demais, cansa.

Se por acaso me vires na rua, faz-me um enorme favor: acelera o passo, vira a cara para o outro lado, finge que falas ao telemóvel, qualquer coisa. Eu farei o mesmo. Só não quero ter a obrigação de olhar para ti e ainda ter que sorrir. Não mereceste nada do que fiz por ti. Nada. Depois de todo este tempo, finalmente digo com todas as certezas: acabou. E desta vez acabou mesmo, sabes porquê? Porque fui eu que escolhi assim. Adeus.

sábado, 15 de maio de 2010

Quem és tu, zé gato?

Sinceramente não percebo.
Não consigo digerir esta confusão toda.
Que se passa contigo?
Quem és tu?
Já não és a pessoa que eu conheci há 3 anos?
Já não és aquele rapaz cheio de personalidade que qualquer pessoa gostaria de conhecer?
Já não és complexamente simples?
Sim, quem és tu?
Já não te (re)conheço.
Esta pessoa com que troco palavras secas, pequenas frases não é a mesma pessoa que eu podia dizer com todas as palavras que amava.
Quero o Luís de volta. Aquele Luís por quem valia a pena lutar, ir até ao fim do mundo.

Apesar disto tudo, eu sei que sou fraca ao ponto de te deixar entrar novamente na minha vida a qualquer momento. Bastava dizeres que me querias de volta.
Gosto de ti da mesmíssima maneira que há uns meses atrás. Sem mudar uma única vírgula.
Desculpa se tenho costume de cumprir as promessas.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

título irónico: melhor amigo.

É bem mais fácil fazer de conta que nada se passa do que questionar os porquês.
É bem mais fácil ficar na ignorância e acreditar que nada mudou, do que pensar sequer no fim.
Infeliz, ou felizmente, abri os olhos. Percebi que isto acabou. Isto! Que durou cerca de 2 anos (agora já nem o tempo que durou sei. Mas será que interessa? Foi tudo em vão.)
Se fui feliz contigo? Não duvides.
Se cresci contigo? Muito.
Se mudaste a minha vida? A cada momento.
Se sinto a tua falta? Oh, se sinto.

Às vezes, vale bem a pena sonhar porque afinal o sonho comanda a vida e enquanto o sonho durou, fui feliz.

domingo, 25 de abril de 2010

O silêncio não quer dizer ausência.

O silêncio não quer dizer absolutamente nada.
Ou melhor, quer dizer exactamente isso: Silêncio.
Sem segundas intenções, sem dois sentidos.
Silêncio, puro e duro. Nada mais.
E é esse silêncio que aperta o coração.
E faz os mais fracos vacilar, desistir.
Felizmente, o que não nos mata, torna-nos mais fortes.
E eu estou muito mais forte.
E optimista.
Veremos...

sábado, 24 de abril de 2010

espera.

Vou esperar pacificamente por ti.
Sem pressões, sem insistências, sem dramas, sem traumas, sem filmes.
Vou esperar , podes querer que sim.
Tu vales a pena.

sábado, 10 de abril de 2010

E depois do adeus

o que é que ficou?
Lembranças. Recordações. Saudade.

Gostava que tivesses permanecido na minha vida.
Gostava de ainda poder partilhar o meu dia-a-dia,
as minhas felicidades, as minhas tristezas, as minhas dúvidas.
Gostava que o nosso "para sempre" fosse mesmo "para sempre".
Gostava que nada tivesse sido em vão.
Sim, eu gostava. Mas sou a única.

segunda-feira, 22 de março de 2010

ultima carta.

Se eu te pudesse escrever só mais uma vez, diria tudo o que há muito tem vindo a ficar entalado na minha garganta.
Diria que és especial, que continuas a ser "o" melhor e que , por muito que o tempo passe, não serás esquecido.
Se eu te pudesse escrever só mais uma vez, e jurava ser a última, prometia-te mundos e fundos para voltares para a minha vida, prometia lutar até não conseguir mais para salvar o "nós".
Se eu te pudesse escrever só mais uma vez, diria o quanto significas para mim, a saudade que tenho do teu sorriso, do teu olhar (tantas vezes, minha segurança).
Se eu te pudesse escrever só mais uma vez, escreveria partilha, confiança, amizade, sinceridade, compreensão, cumplicidade.
Se eu te pudesse escrever só mais uma vez, seria uma carta extensa, emotiva, sincera.

Mas isto era se te pudesse escrever (só) mais uma vez.

sábado, 13 de março de 2010

espera demorada.

Esperei por ti durante todo este tempo. Sim, eu estava à espera. Estava à espera que uma fada te fosse sussurrar ao ouvido que preciso de ti.
E ainda espero. Permaneço intacta, imóvel, à espera do teu abraço. Novamente.
Talvez espere por algo (ou alguém) que nunca regresse. Talvez esta espera seja infindável e talvez eu vá ficar para sempre assim, incompleta.
Mas, como boa sonhadora que sou, nunca perco a esperança e ainda nos imagino com 90 anos, lado a lado, a passear no jardim e a "pôr a conversa em dia".
acredito em nós até me dizeres, sem rodeios, para desistir.
saudade (a-u)
s. f.
1. Lembrança grata de pessoa ausente ou de alguma coisa de que nos vemos privados.
2. Pesar, mágoa que essa privação nos causa.


"Lembrar é fácil para quem tem memória. Esquecer é difícil para quem tem coração." Já lá dizia Shakespeare.

Ninguém consegue preencher o vazio que deixaste dentro do meu coração.
Nada consegue tirar-me as nossas memórias.
quero voltar a Julho de 2008.

domingo, 7 de março de 2010

ma

Continuo a "apresentar-te" a toda a gente como o meu melhor amigo.
Continuo a sentir a mesma sensação de carinho, amizade e respeito por ti que sentia há uns meses.
Ainda fico com um sorriso parvo quando encontro algo relacionado com a nossa história.
Ainda penso que é possível voltar atrás.
Mas é mesmo verdade que o tempo não pára nem anda para trás, não é?
Tenho que começar a acreditar nisso, rapidamente.

quinta-feira, 4 de março de 2010

.

Às vezes aceitar algo que vai contra a nossa ética, contra a nossa vontade e contra tudo o que até aí defendemos , torna-se mais fácil do que viver sempre na ilusão de ainda haver esperança.
Tentei.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

l&a = {}

Eu tento. Juro que tento.
Até já estive para dar o braço a torcer.
Mas tu não cedes.
Sinceramente? Tenho mesmo pena.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Epílogo

Percorrer um dos sítios que marcou a nossa história custou. Custou muito.
Ao longo do percurso apercebi-me de que estava sozinha. De que já não o estavas a fazer comigo. Vagueei, muito lentamente por aquele lugar tentado absorver e relembrar o máximo de recordações possíveis.
E aconteceu. Relembrei conversas, piadas, gestos.
Ao olhar para aqueles bancos quase nos imaginei, aos dois num dos nossos abraços tão especiais e tão… nossos.
Quando atravessei todo o local e entrei num que em nada tinha que ver connosco percebi que a nossa história ia ficar ali, exactamente no local em que se tinha desenvolvido. Tinha que ser assim.


(de uma história que ainda ia a meio)

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Promessa

Esta é a última vez que escrevo sobre ti.
Dou por terminada esta etapa longa da minha vida.
Sendo cliché, "foi bom enquanto durou".
Até nunca mais.