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segunda-feira, 9 de abril de 2012

a sensação (reprimida) de amar.


"Uma vez sentei-me contigo num banco de jardim e o mundo fechou-se. Deixou de se fazer ouvir e até de se fazer ver. Lembro-me que, muito de vez em quando, uma leve brisa fazia mexer as folhas das árvores, que nesse movimento agitavam a já fraca luz do Sol. Era o vento a segredar-me que ainda havia vida para além de nós. E eu sorria-lhe a pensar que não.
Talvez tenha sido a primeira vez que me senti apaixonado por ti, porque foi de certeza a primeira que o meu corpo começou a desobedecer à vontade de abraçar alguém. Eu queria abraçar-te mesmo, mas o meu braço nunca me obedeceu. Com a vida, aprendi que é assim que o Amor se faz notar, com o corpo a estancar de forma violenta toda a vontade de quem Ama."


O corpo, esse traiçoeiro que nos reprime o que o coração quer mostrar e o que vai para além do nosso pensamento. Faz-nos abrandar, faz-nos pensar outra e outra e outra vez no que é melhor a fazer e, no fim de contas, faz com que a tomemos a decisão que menos nos agrada. Por vezes, os papéis deviam inverter-se e o coração devia comandar o corpo. Talvez assim as pessoas fossem mais verdadeiras e amassem mais. Há muita gente com falta de amor . Tanto para dar como para receber. há falta de romance, de paixões, de borboletas na barriga. E se o há, a culpa é do vosso corpo, que não se deixa guiar pelo coração. Não sejam amarrados por ele. Libertem-se! Mostrem todo o amor que têm para dar e não deixem que meia dúzia de ossos e um bocado de carne vos prive do sentimento mais bonito que há. Amem e deixem-se ser amados. E assim aproveitam o melhor da vida: o Amor.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

"acredito que a vida não é nada sem amor."

Imagem
"Once In Love, Always In Love". Quem disse isto é um génio.
Por muito que digamos que não queremos nada com ninguém, que somos mais livres, mais independentes, e mais senhores de nós mesmos, a verdade é que o ser humano não foi feito para estar sozinho. O ser humano foi feito para amar. Todo ele é amor. De cima a baixo. De baixo a cima. Da direita para a esquerda. Da esquerda para a direita. De dentro para fora. De fora para dentro. Da cabeça aos pés. Dos pés à cabeça. Todo ele. Todo.
Nós temos amor, queremos amor, precisamos de amor. Nós somos amor. E viver sem ele não faz qualquer sentido. Aliás, isso nem seria viver. Seria sobreviver.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

"You're the one that I wanted to find"


Este vídeo deve ser das coisas mais fofas dos últimos tempos. E esta música andou a vaguear pela minha mente o dia todo. Será este o Noah?

sexta-feira, 11 de março de 2011

as mulheres são todas iguais.

Cheguei à conclusão que afinal somos nós, mulheres, que somos todas iguais. E porquê? Porque caímos todas nos mesmos erros. Dias após dias, anos após anos. Por muito que nos magoemos, por muito que saibamos qual o nosso final, acabamos sempre por ter uma esperança mínima de que os homens mudem, de que "desta vez seja diferente". Fazemos por parecer ingénuas e, o pior é que no final de contas o somos mesmo. Não é nada fácil ser mulher.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Borboletas na barriga? WTF?

Não consigo entender o que é isso. Eu percebo que, no início quando uma mulher está interessada num homem (ou vice-versa) há aquela sensação quase nervosa que invade o estômago de cada vez que vemos essa pessoa. Eu percebo . Até porque também já o senti.
Mas esse enorme 'interesse' não dura para sempre, está claro. Mesmo que estejamos ao lado dessa pessoa. E isso significa que gostamos menos dela? Significa que já nada é o que era? Não.
Uma relação não passa por sentir um friozinho na barriga. A isso não se chama relação, chama-se atracção.
Um relacionamento, um namoro, passa pela aceitação, pelo hábito, pelo conhecimento um do outro, por não deixar cair na rotina. Por manter a chama acesa. Passa por, muitas das vezes (arrisco até a dizer quase todas) 'libertar' essas borboletas. Elas voarem para outro lugar. E não quer dizer que as coisas tenham que acabar, ou que mudar.
Quer dizer sim, que cabe às duas pessoas envolvidas, o dever de lutar pela relação de modo a que as borboletas possam desaparecer mas a que a chama continue bem acesa.

Posso viver 100 anos, mas acho que nunca vou perceber verdadeiramente este conceito. Eu acho que tenho razão no que digo.

sábado, 10 de julho de 2010

Isto é bom demais para não partilhar:

Deolinda - Um contra o Outro

Genial. Esta banda é genial. Diferente do que por aí (leia-se Portugal) se ouve. Excelente revelação e fantástica aposta! Por estes lados, espera-se o próximo cd. 
"Canção Ao Lado" está aprovadíssimo e "Dois selos e Um Carimbo" aprovadíssimo está.
Parabéns!

domingo, 4 de julho de 2010

Sim, quero. Para todo o sempre, amén.

O casamento é, nada mais nada menos, uma prisão. Duas pessoas que achem que querem ficar juntas para sempre, das duas uma: ou estão tolas de todo ou estão quase a ficar. É que só pode. Já viram quanto tempo é o 'para sempre'? É que não se trata de 2 meses, 2 anos, 20, 50, 60 anos. Trata-se de 'sempre'. Para o resto da vida. É muito tempo!
Eu até acho que o dia do casamento é uma coisa bonita. A boda propriamente dita. O comes e bebes. Os filhos das irmãs a correrem de um lado para o outro, o tio que já não aguenta um bom 'maduro' e dança a noite toda com a camisa já aberta, sem casaco e sem gravata. A tio solteirona que apanha o ramo da noiva pela 'enésima' vez. Os primos adolescentes (do noivo e da noiva) com as hormonas aos saltos que se querem conhecer. Cortar o bolo com fogo de artifício atrás, com uma musiquinha lamechas no fundo, cruzar as taças de champanhe, o beijo super apaixonado. Tudo muito bonito. Mas... e depois? E quando os noivos apaixonados se fartarem um do outro? Sim, quem ama também se cansa, também se chateia. E também se vai embora. Nada é eterno, meus caros. E o dia-a-dia partilhado com outra pessoa não deve ser nada fácil. E não percebo essa obsessão pelo casamento. Essa fixação por dizer 'sim, quero', por se comprometerem perante Deus e perante meio mundo a ficarem 'para sempre' com a pessoa que está ao lado. Isso é uma irresponsabilidade gigantesca, não acham? Se estão bem juntos, fiquem assim, JUNTOS. Se quiserem viver juntos, VIVAM juntos. Comprem uma casinha e vão viver para lá 'para sempre' (leia-se "enquanto der"). Quando esse "para sempre" acabar, vai cada um para seu lado, vendem a casa e pronto, são livres e muito felizes novamente. Carago, o casamento É UM PAPEL! Um papel que pode mudar a vossa vida para sempre! (Sem contar com os milhares de euros gastos no festa que dava para fazer umas grandes férias a dois). Sejam responsáveis e deixem-se dessas merdas, sim? Obrigada.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Cheguei a uma conclusão:

Quero:

A inteligência da Miranda




O corpo e a cara da Charlotte





As roupas da Carrie





A potência sexual da Samantha




E aí sim, seria a mulher perfeita.

(Sonha Licas, sonha beeeem alto)

ps: A-D-O-R-E-I o filme. Espero o 3º...

segunda-feira, 14 de junho de 2010

toda a gente muda.

Já fui obsessiva. Já quis ser o centro das atenções de uma pessoa, que o mundo dela girasse à minha volta. Já fui muito ciumenta. Demais até. Por razões que não lembra nem sequer ao menino Jesus. Já fiz filmes enormes, qual Steven Spielberg. Também fiz cenas. Cenas muito tristes. Tudo porque era obsessiva.
De há uns bons meses para cá, mudei. Tornei-me mais solta, mais despreocupada, mais independente das pessoas, mais dona de mim mesma.
E estou feliz. Sei que é assim que estou melhor. Não quero prender ninguém a mim nem quero que ninguém me prenda. Quero ter liberdade e dar liberdade. Quero o meu espaço, sempre.
Não quero que a minha vida gire à volta de ninguém nem quero girar à volta da vida de alguém.
Quero as coisas assim, exactamente como estão. Sem dramas, sem complicações.
Mudei e sou Feliz.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

não gosto nada , mas mesmo nada de ler.

O meu querido e adorado primo Luís Vigário, fez o favor de emprestar os meus phones apple a um amigo qualquer , que por sinal os estragou. Como ele queria dar-me uns novos mas os que estavam à venda na Fnac custavam 70 e tal euros (e eu não queria ter que deixá-lo na marginal a vender o rabo) acabou por me comprar um livro. Coisa que eu até nem gosto naaaaaaada. Nadinha mesmo.
E que livro é que escolhi? Ora bem, estava eu muito sossegada à espera do metro na estação do IPO, quando reparo numa publicidade da Porto Editora que dizia: "próxima paragem: O Jogo do Acaso". Se a Porto Editora aconselha, a Licas pondera a hipótese de. Li a parte de trás do livro.

«Em O Jogo do Acaso, uma fracção de segundo foi quanto bastou para que o caos se instalasse na congestionada auto-estrada que liga Londres ao País de Gales. Um acidente de viação de grandes proporções gera o pânico, substitui a confiança pelo medo e a impotência toma conta dos presentes. Jonathan, um obstetra carismático e bem-sucedido; Toby, o noivo com um segredo obscuro a caminho do seu casamento, e o seu leal amigo Barney; Georgia, uma jovem aspirante a actriz, desesperada por chegar a Londres para uma audição importante que poderá lançar a sua carreira; Mary, a viúva que percorre centenas de quilómetros para reencontrar o seu primeiro amor, que não vê há mais de 50 anos; William, o agricultor que presencia o drama que se desenrola no outro lado da encosta; e Emma, a atraente médica do hospital da zona que presta assistência aos sinistrados. De um momento para o outro, ver-se-ão enredados num poderosíssimo jogo de acção-consequência, cujos efeitos mudarão as suas vidas irremediavelmente. Mas será para melhor ou para pior? Poderá alguém sobreviver à inevitabilidade do acaso?»

Gostei. E trouxe. Agora veremos o conteúdo. É de Penny Vincenzi. Quando o ler prometo que partilho por aqui a opinião sincera. Até lá, "A filha da minha melhor amiga" espera ansiosamente na estante que chegue o momento em que voltarei a pegar nela.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Genial

"Há por aí tantas gajas nojentinhas. Quando dizemos "pila" à frente delas, elas ficam em estado de choque, a hiperventilar, completamente petrificadas. Parecem parvinhas.
"Ah e tal, que nojo. Eu nunca na minha vida vou fazer aquilo (elas não dizem a palavra sexo). Que nojo. Fogo"
Pá, vocês é que metem nojo.
Pila? Qual é o problema em dizer pila? O que é que os meninos têm? Um pirilau? Sei...
Sexo? Foi o que os vossos pais praticaram quando vos fizeram e acreditem que adormeceram muito bem dispostos. E se vocês não fossem tão estúpidas, também praticavam, pois revitaliza corpo e alma (?).
Estas gajas, deviam ser enrabadas a valer. Mal acabassem de dizer "Ai que nojo", PIMBA! Era onde calhasse. No Continente, no Pingo Doce, na igreja, na Galp, na segurança social... onde calhasse, até perderem aquele ar de virgens ofendidas.
Nojo?
Por favor...
VALHA-ME MINHA NOSSA SENHORA!
Estas gajas quando vêem um filme de guerra, onde há armas envolvidas e cabeças a rolar, acham um espectaculo, uma cena normalíssima. Mas quando vêem um filme onde há cenas de sexo (com bolinha vermelha no canto superior direito), mudam de canal. E sabem porquê?
Porque nos dias que correm, as armas são uma coisa natural, mas o sexo não! Estranho... "

terça-feira, 8 de junho de 2010

eu não quero ser má língua, mas...

Os alunos com mais de 15 anos que frequentem o 8º ano de escolaridade, podem agora transitar directamente para o 10º ano de escolaridade auto-propondo-se aos exames a todas as disciplinas.
Ora bem, corrijam-me se estiver errada mas, se um aluno com 15 anos ainda está no 8º ano é porque não transpira inteligência(ou então já a transpirou toda e não tem mais). Se não conseguiu passar até aquela data para o 9º ano, ou é porque se está a cagar para aquilo (e é burro) ou porque é burro (e se está a cagar para aquilo).
Querem ter o 9º ano feito? Querem ser meninos bonitos do secundário? Façam como as pessoas normais: vão às aulas, estudam (se precisarem), fazem os testes e txanaaaaaaaaaaan: têm notas positivas a tudo e passam. Boa? Estamos combinados?

Já com o pessoal que vive do rendimento mínimo é a mesma coisa. Mas esses irritam-me de tal maneira que nem merecem que lhes dirija qualquer palavra. Um dia destes, quando me tocar mesmo na pele, talvez vos diga umas palavrinhas amigas, sim?
Mas afinal, que raio de Governo é este que só dá as facilidades a quem não merece?
Vivemos num país onde os burros, preguiçosos e desleixados são mais beneficiados que os inteligentes, trabalhadores e esforçados.

Viva o Sócrates! Viva o Governo Português! Viva a república! Viva a Liberdade! Viva Portugal!