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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

One.

Há um ano atrás. Há um ano atrás estava muita coisa a mudar na minha vida. Há um ano atrás aprendi o que era a verdadeira felicidade e nunca mais (repito, nunca mais) quero desaprender. Fazes-me mesmo muito feliz e fazes com que sinta que te amo cada vez mais e mais. A cada dia que passa o teu sorriso se torna mais bonito. A cada abraço, a cada beijo, a cada olhar consigo descobrir mais uma qualidade, mais uma razão para gostar tanto de ti. És o meu porto de abrigo, és o meu melhor amigo e o melhor namorado do mundo. És a peça que faltava para que o meu puzzle ficasse completo e contigo sinto-me melhor que nunca. Obrigado por me fazeres sentir tão especial quando na verdade não o sou. Obrigado por me teres mostrado o verdadeiro sentido da palavra "Amor". E, acima de tudo, obrigada por fazeres de mim a mulher mais feliz do mundo, dia após dia, hora após hora. 

Amo-te, meu amor.
Sempre tua <3


PS: este texto vem com uma semana de atraso mas o que conta é a intenção (a)

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Jealousy.

Ter ciúmes é das sensações mais irritantes do mundo porque muitas das vezes não se consegue justificar o porquê deles existirem. Não existem por uma razão lógica mas, por outro lado, não existem por nenhuma razão. Dizem que quem não tem ciúme não ama. Dizem. Dizem muita coisa. Mas sendo assim ou não, a verdade é que eles existem, são reais e a maior parte das vezes dão-nos cabo da paciência. Levam-nos ao limite. Por vezes fazem com que façamos de uma mínima coisa, sem qualquer importância, uma enorme dor de cabeça para ambas as partes. São chatos. É isso! Os ciúmes são chatos. Chatos e irritantes! E mesquinhos! E egoístas! Sim, quem tem ciúmes torna-se demasiado egoísta. Contra mim falo. E chatos! Os ciúmes são chatos! Já tinha dito chatos? Aborrecidos. Era um daqueles sentimentos que eu conseguia abdicar perfeitamente e continuar feliz. Aliás, provavelmente ainda seria mais.Mas, com muita pena minha, tenho que viver demasiadamente perto deles. Ai, os ciúmes.

domingo, 10 de outubro de 2010

Muitas vezes, o pior que podemos fazer da vida, é tentar adiantar o que, por natureza, virá a acontecer.

domingo, 11 de abril de 2010

se eu podia viver sem ti? poder, podia, mas não era a mesma coisa :')

Demorou a arrancar. Éramos (e somos) muito diferentes. Olhava-mo-nos com indiferença, desprezo. Éramos simples conhecidos , colegas de turma. Isto tudo durante 2 anos.
Eras arrogante, convencido, menino da mamã. Eras o João Pedro Pereira com a mania que sabia tudo de computadores, de matemática. Tudo de tudo. Eras insuportável.
Não sei o que é que eu, nesse tempo, era para ti. Talvez uma pita, com a mania que está na moda (mas que na realidade não estava) e que é da aldeia. Talvez até fosse só uma rapariga da tua turma. Talvez te fosse completamente alheia. Não me interessa. Agora, digo com toda a certeza que somos MUITO um ao outro. 'Conheci-te', 'conheceste-me', 'conhece-mo-nos' em Paris. Lá tive hipótese de te dizer tudo o que achava sobre ti nos anos anteriores, o que achava agora e foi o primeiro passo para que isto ,que eu agora chamo amizade, começasse a crescer. A partir daí não foi preciso muito tempo. O final do secundário, juntamente com todas as festas e saídas que tínhamos, fizeram-nos ganhar uma certa cumplicidade. O dia-a-dia juntos na faculdade, fez com que a confiança entre nós aumentasse. E a nossa amizade foi crescendo assim: sem etiquetas, sem 'compromissos', sem discussões. Hoje digo com toda a certeza que és um dos meus melhores amigos. Que posso confiar em ti. Que tu confias em mim. Digo com toda a certeza que isto, a que nós chamamos amizade, não é 'desde sempre' mas é 'para sempre'. Basta querermos. E nós queremos. :)
Se eu podia viver sem ti? 'Poder, podia, mas não era a mesma coisa, mesmo.<3
Adoro-te (meu) Joãozinho.

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e hoje sou dona do céu. Aconteça o que acontecer.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

o amor é mesmo indescritível, não é?

quando alguém o conseguir descrever racionalmente, diga-me.