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sábado, 31 de dezembro de 2011

good boy, 2011.

Foi o melhor ano desde que me conheço como gente, sem sombra de dúvidas. O balanço é francamente positivo e, se voltasse atrás, repetiria tudo. Perdi umas coisas, ganhei outras para compensar. 2012 promete ser ainda melhor e as expectativas são grandes.
Para já, agradeço aqui, publicamente, a quem de uma maneira mais ou menos intensa me marcou durante este ano. Cada detalhe, cada sorriso, cada gesto, cada momento, cada abraço, cada pormenor, cada pessoa... Cada um vocês, à sua maneira, fez de mim uma pessoa muito feliz durante 2011 e fez-me ter orgulho em todos os que me rodeiam. Estou feliz. Mas o sentimento que me invade de uma maneira ainda mais forte do que a felicidade é a gratidão. Um GRANDE, ENORME OBRIGADA a todos. Do fundo do coração.
Espero poder ter-vos novamente ao meu lado neste ano que se avizinha e muito mais.
Um óptimo 2012 para todas as pessoas que eventualmente possam vir a ler este post. Que sejam muuuuito felizes porque acreditem: eu vou ser! :)

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

dreams come true

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Aquelas histórias de amor que todos conhecemos não acontecem só nós filmes. Tenho a prova viva disso. Os príncipes encantados existem e, embora não andem montados num cavalo branco como nas histórias de encantar, estão mais próximos do que aquilo que podemos imaginar. São reais, de carne e osso e tornam a nossa vida muito mais colorida e especial. Afinal, os sonhos podem mesmo tornar-se realidade. E, neste momento sou a pessoa mais feliz do mundo (e arredores). <3

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Dizem que não devemos escrever à noite. Que quando escrevemos à noite o nosso lado mais triste e mais melancólico vem ao de cima. Que não dizemos bem aquilo que sentimos e dramatizamos qualquer situação mais do que o que ela na verdade é. Dizem que sim. Também dizem por aí que tomar banho depois de comer alguma coisa pode fazer com que a digestão pare. E é por isso que deixo de o fazer? Não. Porque sei que apesar de as pessoas dizerem, não é verdade. Que o que conta é a diferença de temperatura entre a água e o corpo. O mesmo acontece com a escrita. Continuo a escrever à noite. Porque é quando sinto paz de espírito suficiente para o fazer. É quando tenho um tempo para parar e deixar as minhas mãos fluírem quase automaticamente pelo teclado do computador. É quando consigo trazer os meus pensamentos ao de cima e descarregar tudo aqui. Umas vezes com textos extensos, outras vezes nem tanto. Umas vezes com a pura das verdades, outras vezes com exageros da realidade. Escrevo à noite porque isso me faz feliz. E não há superstição nenhuma que me vá fazer mudar de ideias.

terça-feira, 5 de julho de 2011

could it be?


Querida L.,
quanto tempo mais vais ficar parada à espera que as coisas aconteçam por obra e graça do espírito santo? Vais passar a tua vida toda a lamentares-te que nunca tens sorte sem tentares? Vais deixar que as oportunidades te passem à frente dos olhos só porque achas que não tens coragem para as agarrares com unhas e dentes? Ganha juízo! Não esperes que a felicidade te venha parar às mãos sem fazeres o mínimo para a conquistares! Vai à luta! Faz-te à vida, mulher! A gerência agradece.
Atenciosamente,
o teu coração.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

o que não nos mata torna-nos mais fortes?

Nunca pensei voltar a escrever-te mas agora que já passou quase um ano desde que deixaste de fazer parte da minha vida da maneira intensa com que antes fazias é que percebi que deixaste muitas marcas.
Já não gosto de ti. Já não estou apaixonada por ti há muito. E não seria capaz de voltar a estar. De maneira nenhuma.
As marcas que falo são bem mais difíceis de apagar.
És uma pessoa má. Muito má mesmo. E só agora me apercebo disso. E só agora é que vejo o quão cega o amor pode deixar uma pessoa.
Tiraste-me a autoconfiança. Deixei de ser capaz de acreditar em mim mesma e nas minhas capacidades. Trouxeste-me o medo de arriscar. Seja no que for. Fizeste-me acreditar que não sou suficientemente boa para ninguém. E culpo-te por isso, a cada dia que passa. Culpo-te a ti e a mim. Porque caí na tua história de lobo mau armado em bom, qual capuchinho vermelho.
Resta-me esperar e acreditar que o tempo seja realmente a cura de todos os males.

Até lá, um obrigada por me teres tornado uma pessoa um pouco mais fria e calculista.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

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Eu, na minha inocência dos 19 anos que tenho, acho que devíamos mesmo ter "um dedo que adivinha", como nos diziam quando éramos crianças. Um dedo que nos respondesse a todas as dúvidas, a todas as perturbações do nosso pensamento. Uma espécie de dedo mágico que resolvesse as nossas incertezas. Bastava pensarmos no assunto e era como se um pássaro nos segredasse qual a melhor decisão a tomar. Se pudesse escolher um super poder, talvez fosse este o que escolheria. Voar? Para quê? Há aviões que fazem isso por nós. Cuspir fogo? Já há guerras que chegam e sobram, no mundo. Agora, um super poder que nos resolva todas as incertezas? Isso sim era de valor.
Já pensaste como a vida seria mais simples se assim fosse? Não cair em erros, não criar ilusões demasiadamente grandes, não tomar decisões erradas. É certo que a vida perderia um pouco o interesse. Deixarias de "aprender com os erros" e de "crescer com as más decisões" mas certamente que serias mais feliz.
Eu cá gostava de ter esse dom. Se souberes de alguém que o possua, avisa-me porque preciso de o pedir emprestado, um dia destes.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

hoje foi o dia.

Há decisões que por muito que sejam difíceis, têm que ser tomadas. Por vezes o orgulho e o amor próprio têm que vencer. Devemos abdicar daquilo que gostamos a partir do momento em que já não nos sentimos bem a fazê-lo. A partir do momento em que sentimos que já não pertencemos aquele lugar, que já não nos identificamos com aquelas ideias. Por muito que custe, por muito que doa e por muito que sintamos que deixamos muito para trás.
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Se demos o nosso melhor até ao fim, provavelmente fomos exemplo para alguém. Se não for mais, pelo amor, pela dedicação, pelo suor e pela paixão lá deixados ao longo dos anos.
É preciso tomar decisões. Decisões difíceis mas ponderadas com toda a solenidade e sanidade que merecem.
Hoje a cortina do palco fechou-se definitivamente para mim.




Um dia ganho coragem para marcar a minha posição. Hoje foi o dia.

sábado, 14 de maio de 2011

'saudade é o ar que vou sugando e aceitando'

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Já lá vão quase 3 anos mas continuas bem presente na minha memória. Lembro-me constantemente das tuas piadas, do teu sorriso, da maneira como fazias questão de mostrar o teu ponto de vista. Lembro-me das nossas conversas, das nossas piadas privadas, das nossas cumplicidades. E nada disto é em vão. Marcaste. Por tudo o que a nossa amizade deu e por tudo o que ela ainda tinha para dar. Porque é que decidiste cortar-lhe as asas quando ela voava que nem uma borboleta em plena Primavera? E como, como é que foste capaz de deitar por água abaixo algo tão bonito como a nossa amizade? Não vales nada. NADA. Não mereces nada do que fiz por ti.
E, apesar de te continuar a adorar , neste momento a raiva que te tenho é superior a isso e vence-me muitas vezes.
Se continuares assim, vais acabar por ficar perito em estragar grandes amizades.

terça-feira, 8 de março de 2011

ironias do destino.

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Se calhar o nosso maior problema foi usarmos palavras a todo o momento e não sabermos permanecer calados. O Silêncio nunca foi o nosso melhor amigo. Agora não nos resta nenhuma palavra. E é irónico o silêncio que paira sobre nós.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Devaneios Irreais #6

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Tu deves pensar que sou uma boneca de plástico. Que me atiras para o chão as vezes que quiseres, que me deixas ficar lá por tempo indeterminado e que quando te apetecer voltar a levantar-me eu ainda estou lá no mesmo sítio. Imóvel. À espera da tua mão para me ajudar a voltar a ficar de pé. Não!
Até agora fui uma dessas bonecas mas a partir de hoje não vou precisar mais da tua mão para me levantar, não vou mais esperar por quem nunca chega.Perdeste a tua oportunidade. Agora vai, corre para uma loja dos 300 e tenta encontrar uma boneca de plástico que esteja disposta a ser atirada ao chão. Não há nenhuma? Oh, que pena.É que por aqui, a boneca de plástico que outrora era eu, ganhou vida. E de uma coisa podes ter a certeza: tu não fazes parte dela.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Alice já não mora aqui

"Afinal, consegui esquecer-te. Não foi assim tão difícil, já te esquecera várias vezes, nunca o suficiente, eu sei, mas mesmo assim chutei-te para canto, deixaste de fazer parte dos meus dias, acordo e não penso em ti, adormeço sem a tua imagem a dançar-me, demoníaca, diante dos olhos. O gato da Alice foi-se embora, já não aparece quando quer nem desaparece quando lhe apetece, sou outra vez dona da minha realidade.
Às vezes, penso que não te larguei por pura teimosia, orgulho feminino, aquela mania muito estúpida de pensar que quem nos deixou cair está sempre a tempo de se redimir. Um dia havias de voltar, como fazem os cães, para lamber a mão do dono, os amigos arrependidos ou os irmãos desavindos. Outras vezes, apercebo-me de que não te deixei cair porque me alimentas a veia, és uma droga dura, muito boa, como todas as drogas, mas isso é o que oiço dizer, porque nunca experimentei.(...)
Queria acreditar que te esqueceria quando alguém, finalmente, ocupasse o teu lugar. Mas o coração não é um motor, não lhe podes trocar peças, tirar aquela porque emperrou e substituí-la por esta só porque o faz mais feliz. Ainda tentei esse método, não resultou, encostei à box, ri-me outra vez de mim e descontraí.
E, como reza a história, foi quando desisti de lutar que venci.
O gato nunca mais apareceu, talvez tenha finalmente percebido, tanto tempo depois, que a Alice já não mora aqui. A confusão é o início de uma nova realidade e percebi que sou muito mais feliz num jardim sem gatos pendurados nas árvores, nem coelhos apressados que atiram pessoas para o poço no fundo do qual há uma porta fechada, uma maçaneta que fala e poções que nos fazem ficar mais pequenos ou maiores, consoante o número de gotas.
Agora sou outra vez dona da minha casa e na minha alma vive outro herói que não se pendura nas árvores nem no meu coração, não desaparece, nem troça de mim. Matei a Alice e o gato foi-se embora. Quem sabe, a esta hora, não estará pendurado em qualquer lado a pensar com as suas listas porque é que a história mudou. É que quando o bule de chá explode, nada mais volta a ser igual." MRP


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domingo, 13 de fevereiro de 2011

lembranças.

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"Aveiro é maravilhoso. Tem tudo de bonito. E fica tão perto do Porto! Um dia hei-de levar-te lá. Quando tiver a carta e o carro na mão."
Hoje voltei lá sem ti, como sempre. Cada vez que vou lá e passo naquela ponte, é impossível não me lembrar de ti a falar sobre aquela cidade.
Agora que penso nisso, não sei o que vês de extraordinário nela. Eu quando lá vou, só vejo uma coisa de especial: a tua imagem a falar sobre ela.
Volta, nem que seja só para falares de Aveiro e do quanto gostas de lá ir.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Nostalgia.

"Saudade é o ar que vou sugando e aceitando" porque não me dás outra opção. Não quero dizer que precise de ti como do ar que respiro. Não quero que fiques com a ideia que és o centro do meu mundo e que sem ti não sou feliz. Porque se passasse essa ideia, estava a mentir. Tenho outros amigos. Tenho muito bons amigos. Apenas não consigo deixar de pensar no quão ridícula é a nossa história. É não. Foi. No quão ridícula foi a nossa história. No quanto demos um ao outro e no quão rápido foi perder isso tudo. Sem ti na minha vida sou feliz à mesma. Mas sinto que nunca vou estar completa enquanto não fizeres novamente parte dela.
Sim, agora é a parte em que me chamas ridícula. 
E previsível. 
Vês? Afinal também tu o consegues ser.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Era só para desejar um bom ano novo...

Conversa 1674 do Bagaço Amarelo do blog não compreendo as mulheres :


"Ela - Se pudesses pedir um desejo para 2011, qual é que pedias?
Eu - Não sei... e tu?
Ela - Eu pedia dinheiro, muito dinheiro. O Euromilhões, por exemplo.
Eu - Com o dinheiro compra-se tudo menos felicidade, sabias?
Ela - Sabia. Para mim não há problema nenhum. Quando estou triste, o que eu faço é ir às compras..."

Um óptimo 2011 para todos! Que sejam todos muito felizes e que realizem alguns dos vossos sonhos. (os que sobrarem ficam para 2012 ;D)

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

"Tens a perna no cimento, tens a mão no pensamento"

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Dói-me o corpo todo. Dói-me o coração. Dói-me a alma. Sou um ser humano. Sou de carne e osso. E pior que isso: tenho sentimentos. E todos os que tem sentimentos (e os usam) erram. Não fui excepção. Nem nunca serei.
Errei. Errei muito este ano. E agora ao relembrar todos os meus actos, forma-se no meu coração um sentimento de culpa e de arrependimento. Costumo dizer que só me arrependo do que não tive coragem para realizar. Mas a verdade é que tomei muitas decisões erradas. E agora, a curto e a longo prazo estou a arcar com as consequências. Os erros pagam-se. E ficam bem caros.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Dia Mau.

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Por vezes sinto-me um pedaço de lixo. O papel que as pessoas atiram para o chão assim que abrem o rebuçado. Sinto-me como sendo o alvo de tudo e de todos. Qualquer caminho que tome, tenho alguém a criticar-me. Não importa as escolhas que faça, há sempre alguém a deitar-me abaixo. Estou cansada disto! Elogios, palmadinhas nas costas, sorrisos falsos...
A verdade por vezes dói. E neste momento preciso de verdades.
Preciso de acções. Boas acções.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

"So many special people in the world... "

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Quando o viu, ela ficou petrificada. Não sabia se rir, se chorar. Não sabia o que podia esperar da reacção dele. Ele, por outro lado, mal a viu, esboçou um enorme sorriso de felicidade e, ao mesmo tempo, nostalgia. Sabia que já não eram os mesmos, que muita coisa tinha mudado nas suas vidas. No entanto, o sorriso que lhe apareceu instantaneamente na cara, fez com que ele percebesse que as saudades que sentia dela era superiores a tudo o que pudesse aparecer pelo caminho. Só queria um abraço dela, queria poder sentir novamente o calor dos seus braços.
Ela quando viu o esboço do seu sorriso não hesitou. Correu na direcção dele e abraçou-o com toda a força que conseguiu absorver nesse momento. E que sensação. Já não se sentia assim tão feliz há imenso tempo. O coração dela palpitava a 100 à hora, as mãos tremiam-lhe. E foi aí que percebeu que ele continuava a ser a pessoa que mais a marcou e toda a sua vida.
Curiosamente, foi também nesse momento que ele percebeu exactamente o mesmo.
"Nunca mais me deixes assim, sem mais nem menos"- disse-lhe ela. Ele sorriu e voltou a abraça-la.

domingo, 7 de novembro de 2010

(im)perfeitos estranhos

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E de repente o mundo parou. O teu sorriso, a tua maneira de andar, os teus olhos fitando os meus. Tudo voltou ao que era. Nada mais importava, nada mais existia. Só tu e eu. Ali. Naquele momento. Desejei que aqueles instantes nunca mais acabassem. Desejei que viesses ter comigo, que me desses um enorme abraço e que nunca mais me deixasses sozinha. Novamente.
Tudo não passou de uma ilusão. O teu sorriso desmoronou-se no mesmo momento em que me reconheceste, o teu caminho, repentinamente foi direccionado para outro lado. Os teus olhos desviaram-se dos meus. Continuaste o teu caminho como se eu não existisse. Como se fosse uma perfeita estranha como as centenas de pessoas com quem te cruzas todos os dias.
E na realidade já não passamos disso: (im)perfeitos estranhos.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Insecure

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Porque é que demoras tanto? Porque é que eu te chamo e não vens? Porque é que vais e voltas? Hesitas. Hesitas muito. E fazes-me tremer por dentro, recear. Quero ter certezas, afirmações, garantias. Quero saber que vieste e que não voltas para trás. Jamais. Quero saber que não és só mais uma história para contar. Mais um. E esta minha (e tua) incerteza deixa-me fora de mim. Quero garantias.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

love is just an illusion.

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A ilusão leva à desilusão. Inevitável. Imaginas mil e uma coisas, sonhas com elas, esperas ansiosamente que elas aconteçam. Iludes-te. Crias imagens, momentos e palavras que não existem. Porque vês um 'sim' onde só existe um 'não'. Depois vem a desilusão. Quando percebes que afinal não existe nenhum 'sim' e que todos eles afinal são 'não'. O amor é fodido.