segunda-feira, 14 de março de 2011
HOMENS, ENTENDAM:
Muitas das vezes, quando uma mulher diz "não", ela quer dizer "sim". Quando diz "não quero", ela quer dizer "quero.E muito.". E quando diz "Vai-te foder", se for dito com um brilho nos olhos, é CLARAMENTE um "Não consigo viver sem ti". Aprendam. Já têm idade para saber isso...
sábado, 12 de março de 2011
Your Call
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call I'm desperate for your voice
Listening to the song we used to sing
In the car, do you remember
Butterfly, Early Summer
It's playing on repeat, Just like when we would meet
Like when we would meet
Cause I was born to tell you I love you
and I am torn to do what I have to, to make you mine
Stay with me tonight
Stripped and polished, I am new, I am fresh
I am feeling so ambitious, you and me, flesh to flesh
Cause every breath that you will take
when you are sitting next to me
will bring life into my deepest hopes, What's your fantasy?
(What's your, what's your, what's your...)
Cause I was born to tell you I love you
and I am torn to do what I have to, to make you mine
Stay with me tonight
And I'm tired of being all alone, and this solitary moment makes me want to come back home
(I know everything you wanted isn't anything you have)
Cause I was born to tell you I love you
and I am torn to do what I have to, to make you mine
Stay with me tonight
Cause I was born to tell you I love you
and I am torn to do what I have to, to make you mine
Stay with me tonight
(I know everything you wanted isn't anything you have)
sexta-feira, 11 de março de 2011
as mulheres são todas iguais.
Cheguei à conclusão que afinal somos nós, mulheres, que somos todas iguais. E porquê? Porque caímos todas nos mesmos erros. Dias após dias, anos após anos. Por muito que nos magoemos, por muito que saibamos qual o nosso final, acabamos sempre por ter uma esperança mínima de que os homens mudem, de que "desta vez seja diferente". Fazemos por parecer ingénuas e, o pior é que no final de contas o somos mesmo. Não é nada fácil ser mulher.
terça-feira, 8 de março de 2011
ironias do destino.
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segunda-feira, 7 de março de 2011
Devaneios Irreais #6
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Até agora fui uma dessas bonecas mas a partir de hoje não vou precisar mais da tua mão para me levantar, não vou mais esperar por quem nunca chega.Perdeste a tua oportunidade. Agora vai, corre para uma loja dos 300 e tenta encontrar uma boneca de plástico que esteja disposta a ser atirada ao chão. Não há nenhuma? Oh, que pena.É que por aqui, a boneca de plástico que outrora era eu, ganhou vida. E de uma coisa podes ter a certeza: tu não fazes parte dela.
sexta-feira, 4 de março de 2011
"capa negra de saudade..."
no momento da partida. Segredos desta cidade levo comigo p'ra vida." :)
acho que este ano ainda vou chorar mais na serenata. True Story.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Alice já não mora aqui
"Afinal, consegui esquecer-te. Não foi assim tão difícil, já te esquecera várias vezes, nunca o suficiente, eu sei, mas mesmo assim chutei-te para canto, deixaste de fazer parte dos meus dias, acordo e não penso em ti, adormeço sem a tua imagem a dançar-me, demoníaca, diante dos olhos. O gato da Alice foi-se embora, já não aparece quando quer nem desaparece quando lhe apetece, sou outra vez dona da minha realidade.
Às vezes, penso que não te larguei por pura teimosia, orgulho feminino, aquela mania muito estúpida de pensar que quem nos deixou cair está sempre a tempo de se redimir. Um dia havias de voltar, como fazem os cães, para lamber a mão do dono, os amigos arrependidos ou os irmãos desavindos. Outras vezes, apercebo-me de que não te deixei cair porque me alimentas a veia, és uma droga dura, muito boa, como todas as drogas, mas isso é o que oiço dizer, porque nunca experimentei.(...)
Queria acreditar que te esqueceria quando alguém, finalmente, ocupasse o teu lugar. Mas o coração não é um motor, não lhe podes trocar peças, tirar aquela porque emperrou e substituí-la por esta só porque o faz mais feliz. Ainda tentei esse método, não resultou, encostei à box, ri-me outra vez de mim e descontraí.
E, como reza a história, foi quando desisti de lutar que venci.
O gato nunca mais apareceu, talvez tenha finalmente percebido, tanto tempo depois, que a Alice já não mora aqui. A confusão é o início de uma nova realidade e percebi que sou muito mais feliz num jardim sem gatos pendurados nas árvores, nem coelhos apressados que atiram pessoas para o poço no fundo do qual há uma porta fechada, uma maçaneta que fala e poções que nos fazem ficar mais pequenos ou maiores, consoante o número de gotas.
Agora sou outra vez dona da minha casa e na minha alma vive outro herói que não se pendura nas árvores nem no meu coração, não desaparece, nem troça de mim. Matei a Alice e o gato foi-se embora. Quem sabe, a esta hora, não estará pendurado em qualquer lado a pensar com as suas listas porque é que a história mudou. É que quando o bule de chá explode, nada mais volta a ser igual." MRP
Às vezes, penso que não te larguei por pura teimosia, orgulho feminino, aquela mania muito estúpida de pensar que quem nos deixou cair está sempre a tempo de se redimir. Um dia havias de voltar, como fazem os cães, para lamber a mão do dono, os amigos arrependidos ou os irmãos desavindos. Outras vezes, apercebo-me de que não te deixei cair porque me alimentas a veia, és uma droga dura, muito boa, como todas as drogas, mas isso é o que oiço dizer, porque nunca experimentei.(...)
Queria acreditar que te esqueceria quando alguém, finalmente, ocupasse o teu lugar. Mas o coração não é um motor, não lhe podes trocar peças, tirar aquela porque emperrou e substituí-la por esta só porque o faz mais feliz. Ainda tentei esse método, não resultou, encostei à box, ri-me outra vez de mim e descontraí.
E, como reza a história, foi quando desisti de lutar que venci.
O gato nunca mais apareceu, talvez tenha finalmente percebido, tanto tempo depois, que a Alice já não mora aqui. A confusão é o início de uma nova realidade e percebi que sou muito mais feliz num jardim sem gatos pendurados nas árvores, nem coelhos apressados que atiram pessoas para o poço no fundo do qual há uma porta fechada, uma maçaneta que fala e poções que nos fazem ficar mais pequenos ou maiores, consoante o número de gotas.
Agora sou outra vez dona da minha casa e na minha alma vive outro herói que não se pendura nas árvores nem no meu coração, não desaparece, nem troça de mim. Matei a Alice e o gato foi-se embora. Quem sabe, a esta hora, não estará pendurado em qualquer lado a pensar com as suas listas porque é que a história mudou. É que quando o bule de chá explode, nada mais volta a ser igual." MRP
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domingo, 13 de fevereiro de 2011
lembranças.
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Hoje voltei lá sem ti, como sempre. Cada vez que vou lá e passo naquela ponte, é impossível não me lembrar de ti a falar sobre aquela cidade.
Agora que penso nisso, não sei o que vês de extraordinário nela. Eu quando lá vou, só vejo uma coisa de especial: a tua imagem a falar sobre ela.
Volta, nem que seja só para falares de Aveiro e do quanto gostas de lá ir.
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